Após um longo hiato, sai mais uma newsletter Vai Saber. Serei breve.
Abaixo, minha última publicação na coluna Gaveta Azul da Revista Philos, com registros fotográficos em 35mm e 120mm da Segunda Dentição da Universidade Antropófaga do Teatro Oficina. Na sequência, minha participação no podcast “Complexo”, da editora Varanda, a partir da leitura que o clube de leitura Os Livros Que Elas Escrevem fez do meu primeiro livro, “Só sei que foi assim”. E por fim, seguindo a prática iniciada uns meses atrás, um conto meu originalmente escrito em inglês, escrito em 2010 e posteriormente traduzido pro velho e bom brasileiro (aqui você lê as duas versões ou a que preferir): “Don and Dean's Summer Delight”. Naquele mesmo ano de 2010, meu amigo artista, fotógrafo e cineasta Vinícius Berger partiu desse meu conto pra fazer seu projeto final de mestrado prático em fotografia na Universidade de Paris: uma exposição interativa com imagens em vídeo, distribuídas em várias telas, e minha voz soando em alto em bom som lendo o conto, ali reproduzido em ordem aleatória.
Até a próxima,
Maria Bitarello
Universidade Antropófaga 2015 – 2ª Dentição
Em Julho de 2015, entrei na segunda dentição da Universidade Antropófaga do Teatro Oficina. A universidade é o método de transmissão de conhecimentos e práticas do Oficina. A série acima traz fotos que fiz ao longo dos meses de Agosto e Setembro de 2015 – parte delas em 35mm, parte em 120mm. Pré-golpe, pré-Temer, pré-pandemia, pré-toda essa ressaca que vem nos dando caixote nos últimos dez anos.
Os livros que elas escrevem
Participei desse episódio do podcast “Complexo”, da editora Varanda, a partir do clube de leitura Os Livros Que Elas Escrevem. A proposta do clube é convidar homens a lerem autoras, o que sabemos não ser uma prática comum. Meu primeiro livro, “Só sei que foi assim” (La Petite Ferme, 2014) foi um dos títulos lidos. É só dar play.
Don and Dean's Summer Delight
It must have been sometime in the afternoon, although it’s hard to say. There was definitely a sunbeam crossing the barrier of apartment buildings, reflecting from the old lady’s window across the patio to land triangularly shaped on the wall – right above the pillow-case bit that was visible out of the corner of the blue-ish linens. The bed was covered with a citric green blanket, and next to it was the bookshelf and the armchair – basically the only furniture in the room – apart, perhaps, from the leather futon across the room (although that wouldn’t really qualify as furniture). The heat – at least they thought it was the heat – was sucking all of the moisture out of the air.
Ler conto na íntegra (read full story)




